IDHAN

Transparência, revisão e limites

Método e política editorial do IDHAN

Como o IDHAN define escopo, seleciona fontes, diferencia evidência de experiência, revisa conteúdos e usa inteligência artificial com responsabilidade editorial.

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Limite de uso: Esta política descreve o padrão editorial adotado para novas publicações e revisões do site. Conteúdos antigos podem ser atualizados progressivamente quando uma lacuna for identificada.

Resposta direta

O IDHAN publica conteúdo para explicar conceitos, métodos, serviços e decisões de desenvolvimento humano. Cada afirmação deve deixar claro se é obrigação, evidência externa, interpretação, experiência do IDHAN ou recomendação, além de informar autoria, data, fontes e limites quando forem relevantes.

Escopo e responsabilidade editorial

Esta política se aplica ao conteúdo público do domínio institucional idhan.com.br: artigos, guias, glossário, páginas de autores, materiais, serviços e páginas institucionais. Produtos ou aplicações em outros subdomínios podem ter responsáveis e regras complementares.

A página de cada conteúdo informa o autor responsável. Quando houver revisão técnica ou especializada identificável, o nome, o papel e a data devem aparecer de forma visível. A presença de um nome não transfere automaticamente para a pessoa todas as afirmações históricas do site; a responsabilidade vale para a versão e o escopo apresentados.

Angélica Nascimento responde pela linha editorial institucional relacionada a desenvolvimento humano, comportamento, liderança e gestão. Outros autores respondem pelos conteúdos assinados em suas respectivas áreas. Conheça as páginas de Angélica Nascimento e Dan Avellino.

Hierarquia de fontes

A escolha depende da afirmação. O IDHAN adota a seguinte ordem de preferência:

  1. Texto legal, norma e órgão responsável: para vigência, obrigação, direito, procedimento e situação regulatória.
  2. Documento técnico do instrumento: para funcionamento, escala, público, validade e limitações de uma solução específica.
  3. Pesquisa original e revisão científica: para resultados empíricos, relações observadas e estado do conhecimento.
  4. Fonte institucional especializada: para orientação operacional, interpretação e exemplos de aplicação.
  5. Experiência profissional do IDHAN: para método próprio, exemplos, perguntas e aprendizados de aplicação, sempre identificados como experiência e não como consenso científico.

Fontes secundárias podem oferecer contexto, mas não substituem uma fonte primária disponível. Um link inacessível, antigo ou que não sustenta a frase deve ser substituído ou acompanhado de uma ressalva.

Como classificamos as afirmações

TipoComo deve aparecerExemplo
ObrigaçãoTexto, vigência, escopo e fonte oficial.O que a redação vigente de uma NR determina.
EvidênciaPopulação, instrumento, resultado e limite da pesquisa.Associação observada num estudo sobre equipes.
InterpretaçãoLeitura atribuída ao autor, sem apresentar opinião como fato.O que um padrão pode sugerir naquele contexto.
ExperiênciaContexto de aplicação e ausência de generalização indevida.Uma pergunta que ajudou numa devolutiva.
RecomendaçãoCondições, alternativas, riscos e responsável pela decisão.Próximo passo proposto para uma empresa.

Métodos próprios e instrumentos de terceiros

Métodos, protocolos e nomenclaturas criados ou adaptados pelo IDHAN devem ser identificados como próprios. Inspiração em uma teoria ou instrumento externo não transfere automaticamente validação, certificação, licença ou evidência para o método do IDHAN.

O HMI, por exemplo, é apresentado como protocolo próprio inspirado na tipologia de Jung e na linguagem dos 16 tipos. Ele não é o instrumento oficial MBTI. Da mesma forma, evidência de um produto específico da família DISC não valida todo questionário que use as quatro letras.

Temas regulados, jurídicos, psicológicos e de saúde

Nesses temas, cada publicação deve:

  • informar a data e o escopo da análise;
  • preferir fonte oficial, legislação, norma, processo ou publicação primária;
  • separar obrigação, fiscalização, sanção, interpretação e recomendação;
  • explicar quando existem exceções por porte, setor, profissão ou contexto;
  • não prometer conformidade, cura, diagnóstico, resultado ou blindagem;
  • indicar quando a decisão exige profissional habilitado.

Uma data futura, estimativa ou término de suspensão não deve ser apresentada como mudança automática. O conteúdo precisa acompanhar o ato oficial que efetivamente altera a situação.

Uso de inteligência artificial

Ferramentas de IA podem apoiar pesquisa inicial, organização, comparação, revisão de clareza, geração de alternativas e verificações técnicas. Elas não devem publicar conteúdo autonomamente nem funcionar como fonte de um fato.

Antes da publicação ou atualização, o responsável editorial deve:

  • abrir e conferir as fontes que sustentam afirmações relevantes;
  • remover dados, estatísticas, casos, citações ou credenciais não verificadas;
  • revisar a coerência entre título, corpo, metadados e dados estruturados;
  • proteger documentos privados, dados pessoais e informações de clientes;
  • assumir responsabilidade humana pela versão pública.

Conteúdo gerado em escala sem valor original, páginas para variações artificiais de consulta, textos escondidos e instruções destinadas a manipular mecanismos de IA não fazem parte da política editorial do IDHAN.

Dados, casos, imagens e depoimentos

  • Casos de clientes só devem ser publicados com autorização e escopo de uso definido.
  • Resultados precisam informar contexto, período e forma de medição.
  • Depoimentos não podem ser fabricados, ampliados ou apresentados fora de contexto.
  • Dados pessoais e documentos internos não devem ser usados como exemplo público sem base e autorização adequadas.
  • Imagens ilustrativas precisam ser identificadas quando puderem ser confundidas com registro real.

Dados estruturados e conteúdo para mecanismos de busca

Títulos, descrições, schema, arquivos de descoberta e metadados devem representar o conteúdo visível. O IDHAN não trata llms.txt, schema ou qualquer arquivo técnico como garantia de ranking, citação ou inclusão em respostas de IA.

O objetivo técnico é permitir rastreamento e interpretação. A razão editorial para uma página ser usada como fonte deve vir de clareza, originalidade, evidência, contexto e utilidade.

Atualizações, correções e histórico

Conteúdos devem ser revisados quando a fonte muda, um link deixa de funcionar, surge nova evidência relevante ou a prática do IDHAN é alterada. A página deve atualizar a data de modificação quando houver mudança material, não por simples ajuste cosmético.

Correções podem ser solicitadas pelo e-mail [email protected]. A solicitação deve indicar a URL, o trecho e a fonte ou evidência correspondente. O envio não garante concordância, mas deve gerar verificação editorial.

Histórico desta política

  • Versão 1.0.0, 26/08/2026: publicação inicial com critérios de fontes, autoria, IA, temas regulados, dados, correções e métodos próprios.

Fontes

Fontes e referências

  1. Criar conteúdo útil, confiável e que prioriza as pessoas

    Google Search Central

    Orientação oficial para utilidade, experiência, autoria e confiança no conteúdo público.

  2. Orientações da Pesquisa Google sobre conteúdo gerado por IA

    Google Search Central

    Referência para uso de IA com precisão, qualidade, relevância, contexto e revisão humana.

  3. Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) 2.2

    World Wide Web Consortium

    Padrão internacional usado como referência para conteúdo e interfaces mais acessíveis.

  4. Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais: Lei nº 13.709/2018

    Presidência da República

    Referência para minimização de dados, transparência e segurança editorial em conteúdos e formulários.

Angélica Nascimento

Angélica Nascimento

Atua com desenvolvimento de pessoas, equipes e lideranças, conectando formação, mentoria e consultoria a desafios reais de gestão.

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